O vereador Demilson Nogueira (PP) recomendou que o prefeito Emanuel Piheiro(MDB) fosse internado em um manicômio (hospital psiquiátrico), ao se referir às recentes informações repassadas pelo gestor de Cuiabá, à imprensa, na última sexta-feira (02), de que teria ocorrido um aumento no número de mortes ocorridas nos hospitais São Benedito e no antigo Pronto-Socorro, durante o período em que o Gabinete de Intervenção do Governo de Mato Grosso esteve à frente da Secretaria Municipal de Saúde.
De acordo com Demilson, ele teria acompanhado o trabalho realizado pela interventora Danielle Carmona e que, assim, as denúncias do prefeito emedebista seriam ‘levianas’.
“Eu tenho dito que o prefeito precisa ser internado em um hospital que cuide de pessoas com problemas na cabeça, até porque, o que ele está falando é totalmente leviano, pois, nós acompanhamos todo o trabalho da intervenção”, disse
De acordo com Demilson, o aumento de mortes relatadas pelo emedebista provavelmente aconteceu, porque a intervenção iniciou trabalhos complexos que não eram ofertados há anos pela prefeitura.
“Quando a intervenção começou a trabalhar com alta complexidade, onde as doenças já são mais graves, possivelmente pode ter ocorrido um certo aumento no número de mortes, por conta da extensa lista de espera que começou a ser zerada. Depois todos sabem que o prefeito é um verdadeiro falastrão, zomba da cara de todo mundo. Ainda bem que ninguém o leva a sério. Ela traz tudo no blábláblá, e nada que apresenta tem prova”, pontuou.
No dia 1 deste mês, o prefeito Emanuel Pinheiro apresentou um relatório com mais de 500 páginas, entregue pelo novo secretário municipal de Saúde, Deiver Teixeira, juntamente com sua equipe de saúde. No documento, a equipe municipal de saúde apontou um crescimento de 86% no número de mortes no Hospital Municipal São Benedito durante o período de atuação do Gabinete de Intervenção, entre 15 de março e 31 de dezembro.
Em nota, o Gabinete de Intervenção classificou a informação como “uma cortina de fumaça para acobertar o caos que é a gestão de Emanuel”.
De acordo com o relatório, 196 pacientes morreram no período em que a Saúde esteve com a intervenção, quando, no mesmo período de 2022, foram registrados 105 óbitos.
Fonte: O Bom da Notícia

