Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.
Meu nome é Luis Augusto Símon e ganhei o apelido de Menon, ainda no antigo ginásio, em Aguaí. Sou engenheiro que nunca buscou o diploma e jornalista tardio. Também sou a prova viva que futebol não se aprende na escola, pois joguei diariamente, dos cinco aos 15 anos e nunca fui o penúltimo a ser escolhido no par ou ímpar. Aqui, no UOL, vou dar seguimento a uma carreira que se iniciou em 1988. com passagens pelo Trivela, Agora, Jornal da Tarde entre outros.
23/11/2022 11h44
Os alemães, antes do jogo contra o Japão, pisaram com a mão na boca, protestando contra a censura da Fifa, que ameacou com cartão amarelo quem usasse a bracadeira de capitão com as cores LGBTQ.
A Federação alemã soltou uma nota dizendo que direitos humanos são inegociáveis.
A reunião que determinou a forma de protesto foi amistosa? Demorou para haver um consenso? Demorou quantos minutos?
E o Brasil? Raphinha disse que já tem dez dez dancinhas diferentes combinadas. Uma para cada gol.
Cada um se reúne para o que lhe interessa. Para situações que se enquadram no seu mundo.
E os brasileiros da seleção vivem em um mundo particular, todo seu. O que interessa é dançar. Foi essa a resposta que deram quan Vinícius Junior foi acusado de fazer “macaquices”.
Eles se comportam como malabaristas ou mágicos de circo, que vão de cidade em cidade mostrar sua arte, sua habilidade.
Não sabem o que acontece em cada cidade. Nem sabem o nome delas.
O mundo é um malabar. Uma dança. Uma caneta. Um rolinho.
Se for bem pago, estamos aí.
Independentemente de quem paga. De onde veio o dinheiro. Quanto está manchado de sangue.
Que comece o baile!
O Circo Brasil tem dancinhas novas para mostrar ao mundo. Ao seu mundo. E aí mundo real.
Texto 36/120
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL
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Menon
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